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Rec-Beat 2026 celebra 30 anos de diversidade musical e mantém diálogo com o brega

  • Foto do escritor: Escrito por Gabriel Pacheco
    Escrito por Gabriel Pacheco
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura
Foto: Carlos Salles
Foto: Carlos Salles

O Festival Rec-Beat chega ao Carnaval 2026 comemorando três décadas de história consolidado como um dos eventos mais inovadores e democráticos da música brasileira. Realizado entre os dias 14 e 17 de fevereiro, no Cais da Alfândega, no Recife Antigo, o festival mantém a proposta de ser um território livre para experimentação sonora, reunindo artistas do Brasil e do exterior em shows gratuitos que celebram a diversidade cultural.


Johnny Hooker aproxima o festival do universo do brega

Nessa edição, o festival mantém conexão com o gênero por meio de artistas que dialogam com suas influências e estética sonora. O principal exemplo desta edição é o pernambucano Johnny Hooker, que sobe ao palco com o lançamento da turnê do álbum Viver e Morrer na América Latina.


Reconhecido por construir uma identidade musical híbrida, Hooker transita entre MPB, pop, rock e elementos do brega e bregafunk, além de incorporar influências do frevo e de ritmos latinos em sua sonoridade. Essa mistura representa a forma contemporânea como o brega dialoga com outras vertentes musicais, ampliando sua presença em festivais voltados à experimentação e à diversidade sonora.


A relação entre o Rec-Beat e o brega não é inédita. Ao longo de sua trajetória, o festival sempre abriu espaço para artistas que transitam por sonoridades populares e periféricas, reforçando o papel do evento como ponto de encontro entre tradição e inovação musical.


Festival amplia conexões musicais internacionais

Fundado em 1995 pelo produtor cultural Antonio Gutierrez, o Gutie, o Rec-Beat nasceu com a proposta de criar um espaço alternativo dentro do Carnaval recifense, apostando em novas linguagens musicais e ampliando o diálogo entre diferentes gêneros, territórios e gerações. Ao longo dos anos, o festival se tornou referência nacional justamente por manter esse espírito inquieto e plural.


A edição comemorativa de 30 anos reforça a vocação multicultural do evento, reunindo artistas que transitam por diversas vertentes sonoras e trazendo atrações de diferentes países e continentes. O festival segue apostando em artistas que misturam estilos e expandem fronteiras musicais, valorizando a experimentação e o intercâmbio cultural entre cenas brasileiras e internacionais. Confira a programação completa:


Sábado 14/02 18h00 Paulete Lindacelva (PE)

19h20 LofiHouseBoy (PA)

20h40 DAVS (PE)

22h00 Piolinda Marcela (Colômbia)

23h10 Sphynxx (SP)

00h20 Carlos do Complexo (RJ)


Domingo, 15/02 19h00 Afrobitch (PE) [Abertura e intervalos] 19h30 Chico Chico (RJ) 20h40 Momi Maiga Quartet (Senegal) 21h50 Josyara (BA) 23h10 Faizal Mostrixx (Uganda) 00h30 Ajulla Costa (SP)


Segunda, 16/02 19h00 Zoe Beats (PE) [Abertura e intervalos]

19h30 Barbarize (PE)

20h40 Jadsa (BA)

21h50 NandaTsunami (SP)

23h10 Kikelomo (UK/Nigéria)

00h30 Johnny Hooker (PE)


Terça 17/02 19h00 Bobi (PE) [Abertura e intervalos] 19h30 Afoxé Oxum Panda (PE) 20h40 Zé Ibarra (RJ) 21h50 Felipe Cordeiro & Layse (PA) 23h10 Ghetto Kumbé (Colômbia) 00h30 Djonga (MG)


 
 

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